quarta-feira, 4 de abril de 2012

Gente, favor comentar no blog!

Oi pessoal,

Tenho visto cada vez menos comentários aqui no blog.  Estava até achando que não tinha mais ninguém lendo os posts aqui, mas o Google Analytics não mente - só no post que escrevi 2 dias atrás tive 86 Pageviews.

People, massageiem o ego dessa que vos escreve - comentem!!!!!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Prazo para transferência do titulo de eleitor para o consulado - 9 de maio


Olá pessoal,

Pra mim a transferência do título de eleitor foi uma das coisas que me fez mais sentir "sim, eu realmente não moro mais no Brasil".

Foi super simples: entrei no site do consulado antes pra ver as exigências (mínimas) e não perder a viagem; cheguei lá bem na hora que abriu, esperei uns 5 minutos, preenchi um formulário, esperei mais 5 minutos e, voilá, título transferido.  Quer dizer, pedido de transferência solicitado, o título mesmo deve chegar em 4 ou 5 meses.

A grande vantagem de transferir o título é ficar desobrigado de votar em qualquer eleição que não seja a presidencial, já que não é possível justificar a ausência nas eleições no consulado.  Na última eleição havíamos acabado de mudar pra cá e não dava mais tempo de transferir o título, então precisei pedir para os meus pais irem no meu cartório eleitoral levando cópias de passagem etc para justificar a minha ausência.  O importante de estar "quites" com a justiça eleitoral é principalmente na hora de renovar o passaporte, se não é preciso fazer a regularização (parece que em Toronto isso tem sido rápido, mas melhor não correr o risco).

O prazo para transferência antes das eleições desse ano é dia 9 de maio.  Ou seja, corram!

Abaixo transcrição do anúncio do consulado a respeito:

Consulado-Geral do Brasil em Toronto  
Eleições 2012
 
O Consulado-Geral do Brasil em Toronto informa os eleitores com títulos para votar no Brasil de que o prazo para solicitação de transferência e revisão dos seus títulos termina dia 9 de maio próximo.
Os eleitores que desejem alistar-se no exterior deverão fazê-lo dentro do mesmo prazo.

O Consulado-Geral atenderá, portanto,  até essa data os pedidos de transferência e revisão de títulos no Brasil, bem como os de alistamento no exterior.

Os eleitores que já têm seus títulos de eleitor no exterior não votarão nas eleições de 2012, nem necessitarão justificar ausência nos pleitos municipais deste ano.

Os eleitores, do exterior ou do Brasil, que não estejam em dia com a Justiça eleitoral (por ausência não justificada a um turno de votação, por exemplo) poderão regularizar sua situação seja mediante o pagamento no Brasil da multa correspondente, seja mediante remessa ao Cartório Eleitoral do Exterior (CEE) – www.tre-df.jus.br – do requerimento de isenção de multas acomapnhado de cópia de documento brasileiro comprobatório de identidade.

Entre o dia 9 de maio e a data de recebimento dos títulos novos, revistos ou transferidos, os eleitores que estejam sem título eleitoral em dia poderão comprovar sua situação eleitoral quando necessário mediante emissão de certidão no sítio do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – www.tse.jus.br.

sexta-feira, 9 de março de 2012

A primeira "bidding war" a gente nunca esquece! Comprando casa em Toronto

Mais uma da série Imóveis!


Na minha vida de família meio nômade, meus pais compraram e venderam muitas casas no Brasil e é sempre aquela história "pede 270 pra fechar por 250".  Graças ao meu canal de TV favorito HGTV, eu aprendi cedo o que é uma bidding war, o que nos ajudou a saber o que esperar quando passamos por isso.

Vários bairros de Toronto (e do Canadá) não têm oferta suficiente de imóveis pra tanta demanda.  Com os juros baixos, crescimento da imigração etc a demanda por imóveis só tem subido, principalmente num patamar de preço um pouco menor e para casas novas/reformadas.  Os donos de imóveis e seus corretores sabem disso e acabam gerando as famosas bidding wars, que nada mais são que leilões de envelope fechado pra ver quem dá mais num imóvel.

Nós estávamos há meses olhando bairros, opções, mortgages etc etc pois, assistindo esse programas de TV (recomendo o Property Virgins no canal HGTV e o Property Brothers do W) comecei a perceber que aqui não dá tempo de pensar não - viu o imóvel que quer tem que decidir na hora, estar bem informado sobre a vizinhança e fazer a proposta o quanto antes, sob o risco de perder o negócio pra outro.

Numa de nossas andanças por open houses (veja post anterior) achamos um imóvel que gostamos, numa localização excelente e que estava no budget.  Virei pro meu marido e falei: é isso!  Foi o primeiro lugar que vimos, gostamos e conseguiamos nos ver morando lá depois de ver provavelmente mais de 100 open houses nos últimos meses.  O problema é que ainda não tínhamos conseguido fechar o valor e taxa de mortgage com o banco (tínhamos ido ao HSBC aquele dia e o gerente não estava).  Chegamos em casa e ligamos pra super Priscilla (a mesma realtor que nos ajudou a alugar o apê que moramos) perguntando a opinião dela sobre o valor, localização etc etc.  Isso foi sábado à noite, domingo de manhã voltamos no imóvel com a Priscilla pra ver de novo pra decidir se íamos em frente ou não.

Decidimos que íamos fazer uma oferta e aí começou a correria: financiamento (só conseguimos graças à Priscilla - nota zero pro HSBC aqui), advogado, home inspection...  Isso porque ganha bidding war não só quem dá mais, mas também que põe menos "conditions" - o dono do imóvel não quer vender pra quem pode dar pra trás.  A corretora que estava vendendo marcou para 3a de noite a apresentação das propostas, 3a de manhã a Priscilla conseguiu o financiamento e o ok do advogado quanto à papelada, 3a de tarde fizemos a home inspection que acabou justo na hora das ofertas.  Fomos pro Starbucks e estávamos nos sentindo igualzinho ao pessoal dos reality shows, parecia que ia entrar um cameraman pra filmar nossa reação.  Decidimos com a Priscilla o valor da oferta (nessa hora sabíamos que havia outras 2 ofertas) e fomos em frente com um valor bem agressivo.

Ficamos esperando um tempão com o coração na mão, pois descobrimos que havia mais 7 ofertas!  A Priscilla ficou conosco enquanto os outros corretores apresentavam as suas quando toca o celular dela.  Era a corretora da venda falando que estava entre nós e uma outra oferta, perguntando se não podíamos melhorar o número.  Eu já tinha imaginado isso (tinha visto na TV!!!), então fomos pro tudo ou nada - o que a Sandra do Property Virgins sempre fala é que você tem que ficar tranquilo com o valor ganhando ou perdendo, ou seja, não achar que pagou demais nem achar que poderia ter dado mais um pouco.

5 minutos depois toca o celular da Priscilla - perdemos!  Quê??????  Nossa oferta foi 40 mil dólares acima do preço que eles estavam pedindo e perdemos!!!  Sim caros leitores, essa é a realidade das bidding wars (e dos compradores desesperados que pagam o que for só pra acabar com essa palhaçada e poderem se mudar de uma vez).  Hoje mesmo vi na TV que uma casa foi vendida por 432 mil dólares acima do preço inicial - socorro!

Depois de toda a descarga de adrenalina, voltamos pra casa $350 mais pobres (por conta da home inspection que pagamos!) e sem casa!  Mas com o aprendizado de tentar a todo custo evitar uma bidding war, mas que isso nem sempre é possível.  Ah, depois descobrimos que perdemos por conta de 1.900 dólares (it wasn't meant to be!).

Pra saber se uma casa vai entrar ou não em bidding war, normalmente é quando o preço é muito bom pra ser verdade (o famoso quando a esmola é muita o santo desconfia) e quando no listing o corretor coloca que vai aceitar ofertas dia tal hora tal.  Normalmente eles fazem um open-house no final de semana e recebem ofertas numa 3a feira pra dar tempo do pessoal organizar financiamento etc.  O seu corretor consegue confirmar pra você se eles vão estar "holding off" offers ou não.

Pra quem tiver curiosidade, sugiro procurar os seguintes termos no Google:
- Bidding war
- Bully offer
- Multiple offers
- Holding off offers

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Envelope pardo chegou!

Mas ainda não é o pedido dos exames...  Mas foi o primeiro envelope pardo que chegou pra nós, pois o endereço de correspondência do nosso processo é na casa dos meus pais.

Maridón terminou o mestrado no final de dezembro e mandou a papelada pra pedir o work permit (pela regra, quem faz mestrado no Canadá após se formar pode pedir um open work permit), já que o nosso processo de Skilled Worker está parado no Consulado de SP assim como toda a turma de 2010.


O que mais demorou foi a faculdade mandar as notas para ele poder dar entrada no pedido.  Depois fizemos tudo pela internet e em menos de 20 dias, voilá, chegaram os novos work permits pelo correio.  O meu, que expirava em setembro desse ano, também foi prorrogado até fevereiro de 2015.  Esperamos que em mais 3 anos saia o nosso visto de residência permanente (toc, toc, toc), que tinha sido prometido pra junho de 2011!  Se o PR não sair até setembro desse ano vamos ter que pedir um novo visto (o work permit permite trabalhar, mas não permite entrar e sair do país - como brazucas e argentinos precisam de visto, é preciso providenciar em paralelo).  Interessante também é ver que podemos trabalhar mas não podemos estudar!

O bom é que, apesar de o marido ter "apressado" o mestrado (cursou em 1 ano e meio todas as matérias ao invés de 2 anos para pagar mais barato!), o governo considerou que o curso dele é um curso de oficialmente dois anos, que nos dá direito a 3 anos de work permit (a duração do WP é proporcional ao tempo do curso até um máximo de 3 anos).

A partir de hoje, o marido é oficialmente desempregado!  Mas desempregado com open work permit no Canadá!

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Por onde começar a procura de um imóvel para comprar

Olá pessoal,

Feliz long weekend para todos, estejam vocês no Brasil ou no Canadá!

Uma vez eu li que o sonho de todo imigrante é virar cidadão - no nosso caso, antes disso é o famoso sonho da casa própria!  Coisa praticamente impossível (ou pelo menos muito cara) na nossa pátria amada dos juros mais altos do mundo, mas bastante acessível na América do Norte (felizmente!).

Todo mundo já está cansado de saber do histórico de crédito, que tem que pagar tudo em dia etc etc, certo?  Mas e aí, como começar a procurar imóveis numa cidade que mal conhecemos?  Abaixo my 2 cents:

- Comece a pesquisar os bairros: quando chegamos de mala, cuia, cachorro etc, vamos parar em algum bairro X por conta da proximidade do metrô etc etc.  Isso não quer dizer que é o melhor bairro pra você e sua família.  Sugiro não apenas passear por outros bairros, mas também dar uma olhada em sites como o Realosophy: http://www.realosophy.com/NeighbourhoodList.aspx, que possui vários dados sobre cada bairro de Toronto como renda média, escolas etc.

- Comece a pesquisar quanto custa morar nos bairros que você gostou: tudo que é bom custa caro.  Mas sempre tem um jeito e o melhor é começar a fuçar o site Realtor.ca, também conhecido como MLS.  Lá você vai ver as casas disponíveis, fotos, preços, metragem...

- Comece a visitar open-houses: isso é uma maravilha!  Quem não vê as plaquinhas de open house nos finais de semana?  A open house é um plantão do corretor em casas que estão à venda - diferente do Brasil, onde isso só existe pra lançamento, aqui casas de revenda também tem plantão.  Normalmente são aos sábados e/ou domingos das 2 às 4 da tarde.  Passeando pelos bairros, vá entrando nas open houses - os corretores estão acostumados a ter curiosos, o máximo que eles pedem é pra colocar o seu nome numa lista.  Não precisa esperar ter o crédito não - a busca pode demorar vários meses e toda open house é um aprendizado.  Nós começamos a entrar em open houses em bairros e até cidades diferentes (Richmond Hill, Whitby, Aurora...) pra ver o que o dinheiro compra em cada lugar.

- Baixe o app do MLS: conforme a busca for ficando mais power, baixe o app do MLS pra você organizar suas visitas a open houses, ver o preço das casas nos diversos bairros etc.  É bárbaro, você vê uma placa de vende-se na rua, entra no app e já vê o preço, foto etc


- Peça um pre-approval do mortgage no banco: quando você tiver aquele dinheirinho pra entrada, salário entrando, pelo menos um ano de histórico de crédito e quiser sair do aluguel, está na hora de falar com o banco ou um mortgage broker (funciona como um corretor de seguros, que pesquisa em vários lugares) pra ver quanto você pode emprestar, o valor das prestações, entrada etc pra saber o valor do imóvel que você pode comprar.  O seu realtor pode indicar um mortgage broker.

- Contrate um realtor: o realtor é de graça pra quem compra, quem vende é que paga a comissão.  Quando você tiver pronto pra comprar, contrate um realtor - o melhor aqui é ter indicação de algum conhecido ou usar alguém que trabalhe no bairro do seu interesse (muitos realtors são especializados por bairros).  Ou num desses open houses você pode encontrar um realtor que goste muito.  O ideal é que o seu realtor não seja o mesmo que está vendendo a casa, apesar de isso ser possível.

- Assista muitos programas de TV: a TV canadense está cheia de programas de real estate.  Os meus preferidos são (acho que até já comentei aqui):
-Property Virgins - passa na HGTV e grande parte dos programas são em Toronto.  É importante olhar a data quando passar os créditos, pois o valor dos imóveis varia demais.  É legal pra conhecer os bairros, ver as casas oferecidas nas várias faixas de preço e acompanhar as negociações dos imóveis (ver as estratégias da realtor, como funciona um bidding war etc)
- Love it or list it - passa na W.  O programa está no ar há bastante tempo então tem vários repetidos durante o dia.  Eu vou gravando e assistindo.  São todos em Toronto e você vê tanto uma reforma quanto a busca por um novo imóvel.  O problema aqui é que eles não falam exatamente o bairro.
- Property Brothers - meu mais novo favorito, também da W!  Irmãos gêmeos, um corretor e o outro contractor que ajudam casais a comprarem casas pra reformar.  Aqui você vê como tem tranqueira pra vender em TO (e como são caras!!!) e como pode ficar uma reforma.  Também não mostra os bairros, mas mostra o valor, as negociações e as reformas.

O porquê de tudo isso: o mercado imobiliário de Toronto continua aquecido.  Com os preços altos, imóveis considerados "affordable" e em boas condições são vendidos muito rápido, às vezes em poucas horas.  Não dá pra ficar pensando - você tem que ter feito sua lição de casa para, na hora que vir uma casa que gostou e está no budget, fazer a proposta rapidamente.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Só no Brasil - as várias taxas do dólar

Quem sugeriu esse post foi o meu pai!

Estamos transferindo umas economias do Brasil pra cá aproveitando que o dólar deu uma baixada esses dias.  Quando temos $ pra transferir, utilizamos o Global View do HSBC, que faz online e pelo dólar comercial.  O problema é que o HSBC tem um limite mensal e queríamos passar um valor a mais - aí começa a saga!

- Opção 1 - fazer o câmbio pelo HSBC.  Nós deixamos procurações com nossos parentes no Brasil para transações bancárias incluindo câmbio.  Problema - os bancos pedem procurações atualizadas (menos de 3 meses).  Ou seja, minha mãe, que mora em Santos, teria que pegar uma via atualizada da minha procuração que fiz em São Paulo.  Aí essa procuração é enviada para o banco, que analisa em 5 dias (parece) e depois autoriza.  Numa dessas, a taxa do dólar sobe.

- Opção 2 - eu passo o $ pra conta dos meus pais e eles fazem o câmbio pra mim.  Felizmente não existe mais a CPMF pra complicar ainda mais as coisas.

Decisão óbvia - opção 2!  Meus pais também têm conta no HSBC e minha mãe agora se aposentou então está com tempo pra correr atrás de burocracias pra mim.  Transferi o $$ pra conta deles pela internet e lá foi minha mãe pro banco.  Chegando lá, surpresa!  A taxa do dólar para transferências assim seria de $1,81 ao invés do $1,72 da taxa do comercial!  A gerente avisa que é pelo dólar turismo, e não comercial.

Como assim???  Transferindo pela internet é pelo dólar comercial, comprando pelo cartão de crédito é pelo dólar comercial e essa transferência é pelo turismo?  Descobri que isso não é decisão do banco, mas parece que do Banco Central.  Só no Brasil...

Aí tive um "a-ha moment" - e se eu sacar o dinheiro com o meu cartão de débito do Brasil?  Eu detesto gastar meu suado dinheirinho à toa (acho que todo mundo, né?).  Aí aparece a opção-tabajara 3:

- Opção-tabajara 3 - sacar 500 dólares por dia com o cartão de débito do Brasil e depositar na conta do Canadá.  Me lembrei que o HSBC não cobra taxa de saque do cartão de débito pra cliente Premier que sacar nos caixas nas agências HSBC.  Pedi pra minha mãe perguntar pra gerente dela qual taxa do dólar eles usavam pra isso e, surpresa, dólar comercial!

Decisão tabajara - opção 3!  Pode-se sacar 500 dólares por dia por cartão de débito (ou seja, por titular) sem tarifa.  Como eu trabalho perto de um HSBC, lá vou eu diariamente no caixa eletrônico sacar o dinheiro e depois depositar na conta!  O bom é que o limite vale também aos finais de semana.

A única surpresa não tão boa é que na hora que eu fiz as contas de quanto foi a taxa real do dólar tanto pelo Global View quanto pelo cartão de débito nenhuma delas era o do comercial exato e pelo cartão de débito foi um pouco a mais - mas mesmo assim, muito menos que o dólar turismo, que era a outra opção.

Mais uma vantagem do HSBC para contornar as regras brasileiras de emissão de dinheiro para o exterior - o Global View pra ir trazendo aos poucos e o cartão de débito para emergências-tabajara!

Nota: em cima de todos esses valores, ainda há o IOF de 0,38%!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Só no Canadá VI - para compensar por greve, passageiros terão ônibus grátis por 2 meses!

Deu no OiToronto! http://www.oitoronto.ca/19983/passageiros-do-onibus-yrtviva-poderao-usar-o-servico-de-graca-por-dois-meses/

Depois de 3 meses de greve (só no Canadá mesmo!), para compensar os passageiros pelos transtornos, a passagem será grátis por 2 meses no sistema de ônibus da York Region, que fica ao norte de Toronto.  Inicialmente seria 1 mês grátis, mas em consideração aos passageiros a empresa vai dar 2!

Greve de ônibus tem em todo lugar, mas passagem grátis por 2 meses como pedido de desculpas, só no Canadá!