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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

A jornada para o 2o emprego no Canadá!

A gente chega no Canadá doido para conseguir o 1o emprego, que eu tive a felicidade de conseguir depois de apenas 4 meses de Canadá.  Se você ler o meu post do 1o emprego vai lembrar que tive que dar um passo pra trás - voltei a ser assistente, apesar de já ser gerente no Brasil, faz parte.

Infelizmente uma das coisas que eles tinham prometido pra mim logo no início (e está até lá no post) não se concretizou, que foi me mudar de marca após um ano.  Eu lá mais de 2 anos ainda trabalhando na mesma marca, que era a "prima pobre" da empresa.  Logo depois do 1o ano saquei que lá não ia ter futuro pra mim e comecei a mexer meus pauzinhos, fazendo entrevistas, mandando CVs etc.

O 2o emprego foi MUITO mais difícil de conseguir do que o primeiro.  Até porque, para trocar o certo pelo incerto, o incerto tem que valer muito à pena!  Fiz mega-zilhões de entrevistas, conheço praticamente todos os headhunters da minha área em Toronto.  Levei muuuuitos nãos até chegar a um sim - um era porque não tinha experiência canadense suficiente, outro porque não tinha experiência em promoção, outro porque isso, outro porque aquilo.  Outra coisa que estava me atrapalhando também era o fato de eu estar na  pior marca da empresa anterior, com exposição pequena a coisas importantes no marketing mix.

Na carreira de marketing, a transição de assistente para gerente é a mais difícil (sei pois já tinha passado por isso no Brasil).  Estava inclusive aberta a cargos contract e não full time, para conseguir a experiência de gerência e pronto, pois todo dia que ia pro trabalho sentia que emburrecia um pouco.

Eis que senão quando em novembro aparece o anúncio para uma vaga bacana em empresa de 1a linha - apareceu no LinkedIn.  A ironia é que a 1a entrevista que fiz um ano atrás quando comecei essa busca foi para um cargo parecido na mesma empresa, mas daquela vez tinha feito com uma headhunter.  Aqui os headhunters querem ser seus representantes exclusivos nas empresas e pedem pra você não mandar o seu CV direto - como o seguro morreu de velho, mandei meu CV direto pra essa empresa novamente.  Foi a minha sorte, pois a empresa parou de trabalhar com HH e seu estivesse contando com isso estaria ainda a ver navios.

Em dezembro mais ou menos comecei as entrevistas por telefone e, por conta do feriados de fim de ano, fiz as entrevistas pessoalmente logo no começo de janeiro.  Depois de tanta rejeição até parei de ficar animada com as vagas para não ficar frustrada depois (é exaustivo emocionalmente) mas... voilá, eles me fazem uma oferta!  Quem espera sempre alcança, pois consegui o salário que eu queira (mais até), numa empresa top, numa marca super legal, full time e com todos os benefícios.  Melhor, tive o prazer de pedir demissão da empresa anterior (depois de ter passado um sufoco por lá ano passado, quando eles ameaçaram me mandar embora).

Meu último dia na empresa anterior foi dia 8/2, que acabou sendo um snow day por conta da tempestade de neve e nem fui trabalhar!  Comecei na nova no dia 13 (meu novo número de sorte!) e estou adorando, está melhor do que a encomenda - sinto que finalmente estou no lugar que deveria estar!

Todo mundo fala que os 3 primeiros anos de Canadá são de adaptação e para nós está sendo assim também.  Com 2 anos e meio finalmente consegui voltar ao patamar que tinha antes em termos de cargo (óbvio que em termos de outras coisas estamos MOITO melhor do que estaríamos no Brasil).

Fora que antes eu trabalhava com farinha e agora trabalho com bala - tem coisa melhor???

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Primeiros resultados da busca por emprego no Canadá estando no Brasil

Exatamente um mês atrás eu escrevi esse post Procurando emprego no Canadá estando no Brasil.  Recebi vários comentários sobre o post, meus leitores gostaram muito!

Um mês depois, vou postar aqui o saldo da empreitada: MUITO POSITIVO!  Na 1a entrevista por telefone, me enrolei um pouco e a posição não me interessava, mas o mais importante foi que ela falou que minha pretensão salarial estava muito baixa!  Desde então, a minha pretensão que era X já aumentei pra X+15K e ninguém falou nada, está tudo mundo concordando!  Ou seja, encontrei minha faixa salarial canadense!

Tenho enviado CVs para todas as vagas que me interessam e que aparecem nos sites que eu estou cadastrada (Workopolis, Monster, Canadian Mkt Association etc).  Já tive também 2 casos de headhunters que me encontraram: uma me encontrou no LinkedIn (importantíssimo manter o perfil atualizado e com o location no Canadá e um telefone local!) e a outra pelo banco de CVs do Workopolis.

Na 6a enviei o CV pra uma vaga que muitíssimo me interessa, de gerente em uma empresa super legal de bens de consumo.  Preenchi tudo pelo site e, segui a sugestão da minha amiga canadense que é headhunter, alterei várias palavras-chave do meu CV para as palavras-chave que estavam no anúncio.  Vocês vão perceber que as descrições das vagas no Canadá são muito mais detalhadas que as descrições das vagas que vemos no BR, e isso dá uma bela ajudada.  Mudei por exemplo "innovation" para "new product development" (são praticamente sinônimos, mas no job description deles estava escrito "new product developement").  Coincidentemente conheço uma pessoa que trabalha nessa empresa lá no Canadá e pedi pra ele encaminhar meu CV também.  Hoje já recebi uma ligação da pessoa responsável pela vaga!  Ela disse que tinha recebido meu application pelo site e pelo meu amigo e comentou "é sempre bom ter uma indicação" - dei sorte.  Disse que não havia nenhum problema minha experiência ter sido toda fora do Canadá (uhu!) e conversamos por mais ou menos meia hora.  Ela disse que tinha acabado de começar a falar com os candidatos e ainda precisava conversar com o requisitante da vaga para acertar alguns detalhes do perfil que eles estão buscando.  Devo ter algum retorno na semana que vem.

Nas últimas entrevistas, ninguém se importou com o fato de eu só chegar no Canadá no início de agosto, pois normalmente é esse o tempo que demora pra fechar uma vaga de qualquer maneira (1 mês e pouco).  As duas últimas empresas estavam super abertas a fazer o processo por telefone e Skype.

Portanto, segue meu conselho para futuros imigrantes: não deixe para o Canadá o que você pode fazer no Brasil!  Se normalmente demora-se 2 a 3 meses para conhecer os recruiters, vagas etc, fazendo isso aqui você já corta esse tempo!

No caso, tenho a vantagem de ter minha experiência em empresas multinacionais, o que com certeza é uma bela ajuda.  E o inglês na ponta da língua tem sido essencial para essas vagas para as quais estou me candidatando, até porque envolvem escrita de relatórios e apresentações.  Portanto, inglês, inglês, inglês (ou francês, se for o caso!).  A recruiter de hoje falava super-mega-rápido, pra minha sorte eu também falo (quando fiz high school nos EUA fofocava o dia inteiro, está servindo pra alguma coisa!).

Ah, um site legal de empregos que não coloquei no outro post é o Indeed.ca - ele é um "agregador de vagas", ele faz uma busca de vagas de emprego em diversos sites, inclusive nos sites das próprias empresas, o que evita que o candidato tenha que ficar entrando o tempo todo procurando as vagas.

E vamo que vamo!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Procurando emprego no Canadá estando ainda no Brasil

Resolvi escrever esse post para dar dicas e falar um pouco da minha experência em procurar emprego à distância.

Desde que começamos com a idéia do Canadá,  comecei a pesquisar sobre o mercado de trabalho lá.  Uma das primeiras coisas que fiz foi olhar um salary guide como esse aqui do Workopolis, para entender qual faixa salarial eu vou estar (o salário no BR não é referência).  A outra, importantíssima, foi atualizar meu perfil no LinkedIn (em inglês, no caso) e começar a me cadastrar em grupos de meu interesse (no caso grupos como Canadian Marketing Association, Toronto Networking etc etc).  A partir daí, comecei a receber e-mails semanais dos grupos que ao longo dos meses foram me dando dicas valiosas, assim como um "database de headhunters" que fui montando nos meus favoritos (sugiro usar o Google Chrome como navegador, pois ele faz sincronia dos favoritos que podem ser acessados depois de qualquer computador pelo Google Documents).

Outra coisa foi me cadastrar nos principais sites de emprego: Monster, Workopolis sendo os principais, outros também são o Careerbuilder e Jobboom.  No meu caso, me cadastrei também na Canadian Marketing Association e em um chamado CPG Connect.

Montei um CV no formato canadense (sem dados como idade, se é casado, filhos etc), colocando o "location" dos empregos como São Paulo, explicando o meu diploma nos termos deles (no caso, Bachelor´s degree) e uma cover letter "básica", que pode ser customizada para cada employer.  Pesquisei muito também sobre "job search etiquette", como por exemplo mandar thank you note depois de entrevistas etc.  O site Readysethired.com tem muita coisa bem mastigada. Uma dica ótima de uma amiga canadense que é de RH em Montréal é sempre personalizar a cover letter usando termos que estão no anúncio - por exemplo, se no anúncio diz que vai ter que trabalhar com vários times etc, coloque na sua CL que você é team player - isso facilita o seu CV passar pelo primeiro "crivo" do RH, que chega a receber centenas de CVs pra uma vaga só e não consegue avaliar tudo em detalhes num primeiro momento.

Feito tudo isso, fui acompanhando o mercado ao longo dos meses e cheguei a mandar alguns CVs - o que não adiantou quase nada, os poucos retornos que tive perguntavam se eu tinha autorização para trabalhar no Canadá.  Tive a sorte também de ter passado uma semana em Toronto agora em março, quando aproveitei para entrar em contato com headhunters de lá - acabei tenho 3 reuniões, 2 com headhunters e 1 numa empresa que eu já trabalhei no Brasil.  Foi ótimo, pois entendi um pouco mais sobre como minha experiência é vista, que tipo de emprego posso pleitear, salário etc.

Agora que já estamos a pouco tempo da viagem, fiz algumas alterações importantes na minha estratégia de busca:
- Mudei minha "location" no LinkedIn para Toronto, assim apareço nas buscas dos headhunters de lá
- Comprei uma linha de telefone virtual em Toronto pelo site Virtufon.com.  Está me custando 6 dólares por mês e ela redireciona ligações pro meu Skype e, se eu não atender, configurei o Skype pra transferir pro meu celular aqui no Brasil (tem que colocar crédito no Skype, mas é um investimento baixíssimo, certo?)
- Passei a colocar no meu CV esse telefone de Toronto, além do endereço da casa do meu tio que é onde vamos ficar nas 1as semanas por lá.  Dessa maneira, quem lê o me CV não sabe que eu ainda estou no Brasil e não me descarta "automaticamente" por causa disso
- Criei uma conta num site bárbaro chamado JibberJobber.com - esse site permite que você organize os empregos para os quais mandou seu CV, o nome da pessoa, se fez follow up etc.  Uma ferramenta excelente pra ter tudo organizadinho num lugar só.
- Mudei o meu cadastro nos sites de emprego para "authorized to work in Canada", além de atualizar o endereço e telefone
- Com tudo isso feito, comecei a mandar CVs para vagas de meu interesse agora, faltando 2 meses para o embarque.

Essa semana mandei CVs para 12 vagas de meu interesse que vi nesses sites, além do Job Board do LinkedIn e um outro do meu setor chamado CPGConnet (esse também conheci via LinkedIn).

Hoje de manhã mandei CV pra uma vaga e agora de tarde recebi uma ligação da headhunter!  Ela ligou pro meu tel de lá, que transferiu pro meu Skype, que transferiu pro meu celular.  Ela perguntou onde eu estava, expliquei minha situação etc.  Ela até achou que minha pretensão salarial era baixa, ela falou assim "I don't care if you have never worked in Canada - you have over 6 years of experience" - achei interessante, pois todo mundo sempre falando da tal "Canadian experience".  No meu caso tenho sorte de ter sempre trabalhado em multinacionais que são bem conhecidas por lá.  Infelizmente essa vaga de hoje não vai pra frente pois é pra trabalhar em uma empresa na qual eu já trabalhei no Brasil e que não tenho o menor interesse em trabalhar lá de novo - expliquei isso pra HH e ela não ficou lá muito feliz, mas pelo menos tive minha primeira phone interview.

Sei que quem vai como Skilled Worker tem todo apoio do governo para busca de emprego, com cursos, dicas etc.  Mas, pra quem tem inglês (ou francês, no caso) fluentes, sugirou começar a busca desde aqui do Brasil assim dá pra ir fazendo contatos, nem que seja por telefone, com recrutadores de lá. o que, a meu ver, vai acabar diminuindo o tempo de busca total assim que fizer o landing.

My 2 cents :-)

terça-feira, 30 de março de 2010

Entrevistas de emprego em Toronto

Bom pessoal, minha visita a Toronto foi extremamente produtiva. Fiz 3 entrevistas que foram ótimas.

Na verdade, as entrevistas não foram para vagas específicas. Entrei em contato com alguns headhunters que fui selecionando ao longo dos últimos meses através do LinkedIn (quem ainda não tem perfil no LinkedIn corra para fazer o seu e se cadastrar nos diversos grupos de emprego no Canadá para ir acompanhando os posts!). Acabei conseguindo uma na Lock Search Group e a outra na Mandrake. O consultor da Lock acabou de recebendo por apenas 20 minutos e foi bem direto comigo, dizendo que como nunca trabalhei no Canadá etc etc seria melhor buscar uma vaga de assistente do que de gerente. A consultora da Mandrake foi bem mais simpática, mas a conclusão dela acabou sendo a mesma - melhor começar como assistente. Até porque, começar como gerente sem conhecer o mercado pode realmente não ser uma boa. Ambos consultores pediram para eu avisá-los próximo da data da nossa ida para lá, para que eles comecem a me considerar para as vagas.

A outra entrevista, essa a que mais valeu à pena, foi networking mesmo. Fiz entrevista com o antigo diretor de marketing (e atual general manager de outra divisão da empresa) de uma empresa que trabalhei aqui no Brasil vários anos atrás. Eu adorava trabalhar nessa empresa, mas eles fecharam a operação aqui e tive que sair mas, felizmente, eles têm operação no Canadá. Entrei em contato com meu antigo diretor que agora é VP nos EUA e ele me indicou essa pessoa no Canadá. Aí foram outros 500, pois cheguei pra conversar com ele super bem recomendada por esse meu antigo diretor. Ele me recebeu por quase 1 hora, deu várias dicas e me falou que no momento não tem nada lá, mas de repente até setembro aparece algo. E ficou de ir me ajudando com os contatos dele desde agora, assim se aparecer alguma coisa com o meu perfil ele me indica.

Achei que as entrevistas foram super produtivas, pois acabei "adiantando" esses contatos, que provavelmente só faria ao chegar ao Canadá. Quem sabe os astros se alinham e eu consigo um emprego lá rapidinho?

Quanto a voltar a ser assistente, eu não me importo muito. Eu acabei saindo um pouco de marketing de produto para trabalhar com pesquisa de mercado nos últimos anos. Apesar de ter trabalho em super-mega empresas, o mercado não vê isso com muitos bons olhos e aqui no Brasil eu não consigo emprego como assistente pois sou "super qualificada" nem como gerente pois estou há muito tempo "fora do mercado". Espero que mudando pro Canadá consiga voltar pra área que eu AMO!

terça-feira, 2 de março de 2010

Entrevistas com a universidade e boas notícias!

Oi pessoal,

Como já falei, meu marido fez o application para a Universidade de Toronto (U of T) e Ryerson. A 1a opção dele é U of T, tanto pelo renome da universidade, quanto pela duração de 2 anos - o curso de Ryerson é de apenas um ano e achamos que isso pode atravancar um pouco os planos de imigração.

Enviamos os papéis pra U of T em 1o de dezembro e pelo site, as respostas só começam a chegar (por carta! Não entendo como um país de 1o mundo ainda se comunica por carta!) no final de março.

2 semanas atrás, uma das secretárias de U of T enviou um e-mail pro meu marido agradecendo pelo envio do "outstanding application" dele e marcando uma entrevista com um professor. Quando vimos o outstading ficamos ultra-mega-felizes, num clima de já ganhou. Aí ele fez a entrevista - e não se saiu tão bem. Não soube responder algumas perguntas, se enrolou em outras (todas as perguntas eram com relação aos objetivos dele com o curso, como ele acha que se encaixa no curso etc etc). Depois disso, o clima de já-ganhou deu uma baixada aqui em casa.

Na semana seguinte, a secretária manda outro e-mail marcando uma entrevista com a "program chair", ou seja, a chefe do curso que ele escolheu. Respiramos um pouco mais aliviados, pois se queriam gastar o tempo da chefe pra fazer outra entrevista com ele é porque estavam interessados, né? No dia da entrevista, chegamos em casa e tinha um recado dela na secretária eletrônica - a moça que agendou passou horários diferentes pra nós e pra ela! Aff que stress! Bom, remarcada a entrevista pra uma 3a feira e ao invés de ser por telefone foi por Skype, com direito à vídeo e tudo, bem melhor.

A program chair foi super simpática com o meu marido dizendo que ele era um caso especial pois o perfil e experiência eram bem diferentes do que a maioria dos applicants tem. E que a preocupação dela é que o programa que ele tinha escolhido não iria atender as expectativas dele e queria oferecer pra ele trocar de programa! Ela pediu pra ele pensar e no dia seguinte fizeram outra entrevista por Skype, onde ele confirmou que realmente o programa que ela ofereceu seria melhor e ela disse que ia pessoalmente passar o arquivo dele pro program chair do outro. E aí a frase mágica: "I am sure you will be accepted"!

Quando ele desligou, imaginem a nossa emoção! Um "I am sure you will be accepted" vindo da chefona da universidade! E ainda falou que está na expectativa da chegada dele para eles trocarem figurinhas e ela poder aprender com ele. O máximo!

Ela ainda falou que se ele ficar ansioso e demorar pra receber a carta de aceitação pra mandar um e-mail pra ela que ela vai checar e tal. Ficamos muito felizes pois, não só estamos com 99% da viagem garantida, mas também se ele passar em Ryerson (que sai a resposta oficial antes) não vamos precisar pagar a matrícula que é non-refundable enquanto aguardamos a resposta de U of T - caso isso aconteça, é só o meu marido enviar um e-mail pra ela e provavelmente teremos um OK.

Uhu!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!