sábado, 12 de novembro de 2011

A saga da renovação do seguro do carro

O tempo realmente passa muito rápido.  Parece que foi ontem que eu escrevi o post A Saga do Seguro do Carro, e agora já está na hora de renovar!

Felizmente, não tivemos nenhum acidente esse ano (toc, toc, toc), nem um parking ticket (até porque eu não paro em lugar proibido!).  Estávamos já contando os dias para começarmos a pagar menos pelo seguro do carro, já que nesse primeiro ano estava custando $350 por mês.

Primeiro chegou uma cartinha de renovação do Roadside Assistance da Canadian Tire (não usei, mas recomendo.  O mais barato do mercado!).  Bárbaro, liguei lá pra renovar e até deram desconto.  Depois, começaram a chegar cartinhas das seguradoras com as quais eu não fechei ano passado pedindo para eu lembrar delas na hora de renovar.  Fiquei até contente quando chegou a cartinha da Scotialife, minha atual  seguradora, até eu ver o valor da renovação: $415 por mês!

Opa, peraí!  Ano passado eu tinha zero tempo de carteira de motorista e o seguro foi $350.  Não fiz nenhum claim e o valor passa pra $415?  De onde veio quase 18% de aumento?  Confesso que ano passado eles falaram que tinham feito um erro na minha cotação e honraram o valor, mas mesmo assim, né?  Enfim, hora de arregaçar as mangas!

Como o dinheiro mais fácil que a gente faz é o dinheiro que a gente deixa de gastar, lá fui eu pro pai Google com as palavras insurance quote Ontario.  Primeiro simulei no Desjardins (que me mandou uma cartinha e tinha um valor competitivo ano passado) = valor igual ao do Scotia.  Depois, a Belair, que também teve um valor bom ano passado, está anunciando direto no rádio e ainda dá milhas da Aeroplan = valor quase igual ao do Scotia.  Depois usei um "pesquisador" chamado Kanetix, que agrega várias seguradoras = de novo, o melhor valor era igual ao do Scotia.  Aí começou um leve desespero!

Comecei a perguntar no trabalho quais as seguradoras do pessoal: tentei simular no PC Financial, mas o simulador travava quando eu dizia que não tinha tido carteira G2.  Até que lembrei que meu cumpadre tinha no TD e que o seguro dele tinha caído pra $120.  Lá fui eu pro site do TD!  Primeira surpresa: um campo perguntando se temos alguma relação com faculdades, associações, sindicatos etc.  O marido é aluno da U of T e, bingo, desconto!  Segunda surpresa: o valor do seguro de $203 por mês, yey!!!!

Pra ter certeza do valor, simulei vários cenários pelo site do TD: aumentando a franquia, diminuindo a franquia etc, até que me toquei que o desconto não era pra estudante da U of T, mas para pessoas que se formaram na U of T, e o marido ainda está estudando.  Refiz a simulação e deu $240 - ainda assim, quase $200 a menos que nas outras.

Na hora de ligar lá, dei a chorada básica pra ver se dava pra conseguir o desconto, já que o marido se forma agora no final do ano e o seguro é a partir do dia 18 de dezembro.  Nisso a moça do call centre falou pra eu ligar num outro telefone, da TD Meloch Monnex, que é empresa-irmã e só trabalha com seguros em grupo.  Liguei lá (quer dizer, o marido teve que ligar pois ele é o aluno da U of T) e deram desconto e no final ficamos em $214 por mês, ufa!  Os seguros em grupo são para associações de classe, empresas, universidades etc - vale à pena olhar se você se enquadra em uma das categorias!

O mais difícil do processo todo foi entender o que a pessoa do outro lado da linha estava falando - sorte que eu já tinha preenchido quase tudo pela internet.  Eu achei que era um indiano, meu marido achou que era de Uganda.  Não importa, mas posso garantir que foi difícil.  O mais fácil do processo todo foi cancelar o seguro do Scotia - liguei lá e em 5 segundos cancelaram tudo!  Eu até perguntei "vocês não querem tentar cobrir a oferta?" e o moço falou que $200 de diferença nem valia à pena tentar e cancelou na hora, sem problemas.

Lição aprendida: mesmo no 2o ano de seguro, ainda precisei fazer muuuuitas simulações, ligações, google etc pra conseguir a melhor cotação.  Ai que saudade do meu corretor de seguro no Brasil que fazia isso pra mim, rs rs rs!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Meu primeiro artigo no OiToronto

Olá leitores,

Se minha frequência aqui no blog tem caído acho que agora talvez caia um pouco mais, pois fui convidada para ser colaboradora do OiToronto!

Recebi um e-mail da Martha dizendo que gostaram do meu blog e me convidando para tomar um café.  Surpresa: o escritório do OiToronto fica aqui no meu prédio!  Mais conveniente impossível!
Fiquei num super papo com a Martha e a Fernanda até a hora que o meu marido ligou dizendo que estava tarde.  Combinamos que vou escrever alguns artigos inéditos para o OiToronto e também vou reescrever alguns aqui do blog com temas que elas gostaram.

Meu “nome” lá no site agora é Lu Patt – assim vocês sabem direitinho que é da Lupatinadora, rs rs rs!

Segue o link e o texto do primeiro artigo (sugiro ler lá no site do OiToronto pois tem fotos, diagramação etc).

Espero que gostem!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Canadenses aprendendo português?


Artigo interessante dessa semana no Vancouver Sun falando sobre a importância de se aprender português brasileiro!

Quem sabe essa tendência não é uma boa pra nós brasileiros aqui em terras do Norte?


Many parents I know have enrolled their kids in French immersion schools, or weekend Mandarin courses, in an effort to prepare the next generation for a competitive future world of open trading markets and portable skills. While commendable and far-sighted, I wonder how many parents have considered preparing their children for a world where Brazil becomes an economic powerhouse and significant trading partner for Canada?



I suspect not many. That should change.


Why should Brazil matter to Canada? It's now the world's seventh largest economy, one of the fastest growing and projected to be No. 5 within a few short years. Its natural resource based economy is similar to Canada's, as are the vast distances that separate its resources from its main population centres. Most importantly, it is a rapidly developing economy with specific needs - many of which Canada is uniquely positioned to address.


It should be no surprise, therefore, that one of Prime Minister Stephen Harper's first foreign trade missions, since winning a new mandate, was to Brazil. Or that our new Trade Minister, Ed Fast, has already helped arrange two trade missions to that country in the past 100 days.


What they see is an opportunity for our businesses, our people and ultimately for our children.


Canada has much to offer Brazil. We have 80-plus years of experience in developing a natural resource economy, building critical infrastructure, and traversing large tracts of sensitive terrain in order to connect our resources to our population base. Developing infrastructure is a major priority for Brazil. In addition to hosting both the 2014 FIFA World Cup and the 2016 Summer Olympics, Brazil has plans to invest more than $800 billion in new infrastructure projects over the next 10 years. One example of the types of solutions Canada can provide Brazil is the portable camp and shelter market. Canada is a world leader in this field, born out of decades of helping resource and construction companies provide high quality living conditions to workers.


Weatherhaven is a 30-year-old Vancouver-based company that develops portable and re-deployable shelter solutions for the natural resource, disaster relief and military markets. Our specialty is re-deployable camps in remote areas, particularly those requiring a very light environmental footprint. We have supplied customers in more than 50 countries and, after entering Brazil 10 years ago, have seen it become one of our fastest growing markets.


This past August, as a direct result of our participation in the PM's trade mission, Weatherhaven was able to secure a significant new deal with HRT, a very progressive and innovative Brazilian oil and gas company. This new opportunity, to build leadingedge sustainable exploration camps in the Amazon, will result in employment for British Columbians and create opportunities to export Canadianmade technology and services.


It's clear that Brazil is a country in fast-forward mode, with an ambitious well-financed government, and fuelled by natural resource revenues. Its large companies are becoming aggressive global players: Witness the recent acquisition of Canadian mining (Inco) and brewing companies (Labatt's) by larger, more global Brazilian competitors.


Ironically, the pace of Brazil's economic development outstrips its domestic R&D and education capabilities, which provides tremendous opportunities to Canadian companies and to our education sector to help them bridge those gaps. For instance, Canadian universities are already stepping up to meet that need. Canada has become the No. 1 destination for foreign education and training by Brazilian students.


If you don't know much about Brazil, or if your view of it is based on old stereotypes, you owe it to yourself and your children to learn more about this country. Not only won't you regret it, your children may one day tell you "Obrigado."
Ray Castelli is CEO of Vancouver-based Weatherhaven. The company recently started offering free Portuguese classes to all its Vancouver-based employees.


Read more: http://www.vancouversun.com/business/Should+kids+learning+Brazilian+Portuguese/5536864/story.html#ixzz1ahJqGDZn

sábado, 1 de outubro de 2011

Só no Canadá V - reembolso do convênio sem nem mandar o recibo

Gente, mais uma da série "Só no Canadá"!

Apesar de termos saúde gratuita pelo plano do governo, é possível ter seguro adicional (normalmente oferecido pelos empregadores) para as despesas que não são cobertas, como medicamentos, acupuntura, fisio, chiropractor etc etc.  Através da minha empresa tenho um seguro desses que é uma mão na roda!

Quando vamos na farmácia eles já passam o cartãozinho do convênio e só pagamos os 20% de co-pay.  Para chiropractor e outras coisas, é preciso pegar o recibo e solicitar o reembolso.

Eu estava naquelas de juntar os recibos, mandar pelo correio e esperar o $ entrar na minha conta.  Essa semana descobri que posso mandar o pedido de reembolso pela internet.  Pensei "ótimo, assim não precisa esperar o tempo do correio".  Fui na massagem (sim, até massagem aqui é coberta pelo convênio) e entrei no site pra solicitar o reembolso.  Eis que descubro que nem um recibo escaneado é preciso mandar - é só colocar o nome do profissional, o número do registro, o valor e voilá, no dia seguinte o dinheiro entra na conta!

É outro baseado no "honour system".  Óbvio que eles falam que vc precisa guardar os recibos por 1 ano caso eles queiram fazer uma auditoria, mas é mais um exemplo em que primeiro se confia nas pessoas pra depois desconfiar.

Só no Canadá...

domingo, 4 de setembro de 2011

Toronto - a Hollywood do Norte!

Olá leitores,

Todos preparados para o final do verão?  Extra-oficialmente o verão acaba amanhã, feriado de Labour Day, essa semana tivemos alguns dias de "águas de setembro fechando o verão" com chuvas no final do dia.  É o ciclo da vida!

Hoje estou aqui para falar um pouco da Hollywood North, a.k.a. Toronto!  Eu já sabia que muitos filmes e programas de TV eram filmados no Canadá, especialmente em Toronto e Vancouver, pelo incentivo que o governo dá a essas produções e custos menores que nos EUA.  Toronto tem até carro de polícia de Nova York para alugar!

A Laila do blog Whole Wide World fez um post muito legal esses dias sobre as séries de TV filmadas por aqui.  A Rafaela do Projeto Racoon também fez um post sobre as gravações lá em Vancouver, agora chegou a minha vez de falar um pouco do que temos visto.

A cidade de Toronto tem até um Film and Television Office, que fornece os permits para as gravações pela cidade.  Por acaso, aqui perto do nosso prédio é um lugar super popular para filmagens.  Durante o inverno tivemos uma gravação de um filme de Papai Noel que agora não me lembro o nome.  Aqui em volta do quarteirão ficava cheio daqueles trailers/caminhões de filmagem com os permits da cidade no retrovisor (até porque é proibido estacionar por aqui).  Nessa temporada primavera/verão, tivemos vááárias filmagens aqui na vizinhança.  Vou escrever um pouco sobre algumas:

- Total Recall: é o remake do Vingador do Futuro.  Esse filme está sendo inteirinho filmado em Toronto (no mesmo estúdio onde foi filmado o Battle of the Blades) além das cenas externas.  Pra uma perseguição de carros voadores, fecharam um parte de uma das principais avenidas, a Lakeshore  Boulevard, inclusive em dia de semana.  Apesar de ser super inconveniente para o trânsito (óbvio), numa enquete num site de notícia o pessoal ficou dividido, 50% dizendo que achava ok o fechamento da rua, até porque só ano passado essa indústria trouxe mais de 1 bilhão de dólares para a cidade.  Eu achei que a filmagem já tinha acabado e outro dia andando na rua aqui de casa com a Joy e a Ellie (cachorrinha dos nossos amigos que estávamos dog sitting), chegamos na Lakeshore e fomos surpreendidos pelos carros voadores!




- Avisos de filmagem: agora em agosto chegamos ao ponto de termos 3 avisos de filmagem no mesmo dia no nosso prédio. Quando eles fazem filmagem na vizinhança, as produtoras colocam avisos nos prédios avisando se vão fechar ruas etc etc e já pedindo desculpas pela inconveniência.  Tem de tudo: filme, comercial, série de TV...


Por algum motivo a vizinhança aqui de casa é super requisitada pra filmagem.  O interessante é que não é sempre no mesmo lugar, cada filmagem é em uma locação diferente, mas tudo aqui no miolinho.

- Assassinato de mentira: outro dia voltando de carro do trabalho resolvi pegar um "atalho" numa rua pequena aqui do lado e de repente me vi parada no trânsito, cheio de carro de polícia etc etc.  Tentei desviar mas a rua era mão única e acabei tendo que esperar pra passar.  Essa esquina não é, digamos, das melhores da cidade e quanto vi aquela fitinha amarela do "Police Line Do Not Cross" já achei que tinha sido algum assassinato, mas estranhei o fato de não ter carros dos canais de TV em volta.  Só quando eu cheguei bem pertinho é que vi as câmeras e notei que era uma filmagem e o assassinato de mentira (ufa!).  Mas confesso que no prédio não tinha nenhum aviso sobre essa filmagem, senão eu não teria pego o tal atalho!




Confesso que é super divertido ver essas filmagens, mas preciso começar a prestar atenção nos filmes pra reconhecer os locais!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

1 ano de Canadá e sem notícias do consulado...

O ticker aqui do blog não mente!  Semana passada completamos 1 ano desde a nossa chegada em Toronto!

Aproveitamos a data para relembrar tudo que passamos e conquistamos até agora nessa jornada.  Foi um ano (dois no caso, desde a decisão de imigrar) de muitas mudanças e conquistas e a data só veio nos ajudar a lembrar o quão acertada foi a nossa decisão.

Enquanto isso, continuamos aguardando notícias do consulado sobre o nosso processo de Skilled Worker.  A data que o consulado nos deu foi 30/6 e já estamos quase em 30/8 e nada.  Quando o marido estava no Brasil, enviou o Sedex com uma cartinha perguntando a quantas andava o processo (seguindo sugestão da Maria João que foi divulgada nos outros blogs) e até agora nada.  Tivemos alarme falso do e-Cas tracker dizendo que havia mudado o nosso status por lá mas continuamos com documents received.  Semana passada enviamos um e-mail para o consulado dando uma de "migué" perguntando se precisavam de alguma coisa, dizendo que estávamos aqui com visto de estudante e pedindo uma previsão já que se for atrasar muito vamos precisa providenciar outro visto e a resposta foi o básico "seu processo está na fila da análise" - nem uma previsãozinha sequer (pelo menos o pessoal do Québec está com a previsão 14 meses, Skilled Worker nada).  Meu marido até entrou em contato com a Maria João perguntando se ela tinha mais alguma dica e ela prontamente respondeu, mas dizendo que não há nada a fazer a não ser aguardar.  Então, aguardemos!

De presente de 1 ano de Canadá peguei 3 pares de esquis na rua!  Estava voltando do dentista e parei no farol, olhei pro lado e vi vários esquis e poles na calçada.  Parei o carro da rua de baixo e voltei correndo lá pra olhar em que estado eles se encontravam etc.  Morrendo de vergonha pois nunca tinha feito isso antes, até que a dona da casa aparece e fala "good for you".  No fim fiquei conversando com ela um pouco, ela contou que os esquis eram dos filhos que já não moram mais com ela e vivem comprando esquis novos.  Agradeci a generosidade e acabei voltando pra casa com 3 pares - 2 que estavam com os bindings (os ferrinhos que prendem os esquis nas botas) mas são um pouco antigos, e 1 que tinha cara de ser mais novo.  Peguei também 2 pares de poles e ainda deixei lá mais uns 3 pares de esquis e 3 de poles.  Não entendo nada sobre esquis em si (não sei realmente avaliar a qualidade/estado dos que peguei) e da última vez que fui esquiar quebrei o braço e precisei operar duas vezes, mas considerando que agora moramos nas terras geladas do norte achei uma boa oportunidade de talvez voltar a esquiar (agora com mais prudência).  E no final, se depois a gente não quiser mais os esquis, colocamos de novo na calçada e tenho certeza que eles encontram um novo lar rapidinho!

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Só no Canadá IV - Venda de milho self-service na beira da estrada

Olá leitores!

Hoje escrevo de agradáveis 22 graus - para as próximas 2 semanas não temos previsão de temperatura máxima acima dos 27 graus, o que é um alívio!  O calorão todo estava de arrepiar, ninguém merece!

Final de semana passado fomos até a região de Ottawa num festival numa cidadezinha lá perto.  Da capital vimos pouco, mas o suficiente para ficarmos encantados com o "big town, small town" feel.  Assistimos o Sound and Light show no Parlamento que foi bárbaro, recomendo!  Todas as noites durante o verão.

Agora fiquei na vontade de voltar no inverno pra ver a cidade com calma e para patinar no Rideau Canal - é o sonho de todo patinador!  Conversamos com uma moça que contou que o chefe dela vai patinando pro trabalho todo dia no inverno!

Ottawa à parte, o assunto desse post é mais um da série Só no Canadá.  Bom, nesse caso eu confesso que vi algo parecido na Suécia, mas vocês entendem o "espírito" da coisa, certo?

Deixamos a Jojo com uns amigos no final de semana.  Como agradecimento, diz a boa educação que devemos levar alguma coisa, certo?  Só que um deles é de Ottawa, então souvenirs estavam foram de cogitação.  Quando vi uma barraquinha na estrada vendendo sweet corn na hora me lembrei que eles adoram milho, então ficamos atentos pra parar na próxima barraca e comprar Ontario-grown sweet corn.  Quilômetros e quilômetros depois, já quase parando no Wal-Mart pra comprar, vimos a singela banca da foto abaixo:


Não só não havia ninguém pra controlar quanto cada um pegava de milho e pagava, como o "cofrinho" era aberto - nós não tínhamos trocado e simplesmente abrimos e pegamos nosso troco.  Havia mais de $60 dólares lá dentro, tudo bonitinho.  Conosco parou uma outra pessoa que também pegou sua 1 dúzia de milho e deixou os $4.50 lá - ah, o "serviço" era tão bom que tinha até sacolinha plástica!

Nossos amigos ficaram suuuuper agradecidos.  Levamos 8 pra eles e ficamos com 4.  Se você comer o milho puro ele é realmente docinho, mas é só passar uma manteiga e um salzinho que fica igualzinho ao milho da praia no Brasil.