Só pra avisar, o serviço E-cas Tracker não funcionou, pois não recebi um email quando o status mudou para decision made.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
E-cas "Decision Made"
Só pra ficar registrado o nosso E-cas:
Só pra avisar, o serviço E-cas Tracker não funcionou, pois não recebi um email quando o status mudou para decision made.
Só pra avisar, o serviço E-cas Tracker não funcionou, pois não recebi um email quando o status mudou para decision made.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
O landing!
Sábado foi
dia de fazer o landing! Eu tinha um
compromisso até 10:50, então só pudemos sair de casa 11hs. Eu gosto de ir cedinho pros States pra pegar
menos fila na fronteira, mas dessa vez não teve jeito. Sugiro todo mundo ter no celular um bookmark
das páginas de Border Wait Times tanto dos EUA quanto do Canadá. Dessa vez baixei um app também, BorderBuddy,
que fica mais fácil de consultar e diz
que pega o tempo real dos viajantes, funcionou bem.
Eu queria
pegar a Rainbow Bridge (perto das cataratas) pois era mais perto de onde íamos
buscar a nossa mesa, mas o BorderBuddy e os luminosos na estrada nos avisaram
que a fila lá era de 1:20, portanto fomos pra ponte de Lewiston, cidade que
morei no intercâmbio, onde a fila era de 20 minutos. Fui “rata” sempre ficando à direita, pois conforme
a fila vai andando quem está à direita tem acesso a mais cabines e passa mais
rápido. Fui surpreendida quando o moço
avisou que teríamos que entrar – não entendi porque, pois tanto eu e marido
tínhamos carimbo válido para o EUA, mas vamos lá.
45 minutos
de espera depois (isso que estavam trabalhando super rápido), Officer Martinez
chama a gente – lembrávamos dele, pois já tínhamos passado com ele uma vez (ele
obviamente não lembrava da gente). O
problema era que minha última entrada nos EUA com o passaporte português tinha
sido por aeroporto e eles não grampeiam aquele papelzinho mais pra quem não
precisa de visto e entra por aeroporto e, sabe-se lá porquê, o pessoal da
Lewiston Bridge exige o raio do papel. Já passei pela Rainbow e pela Peace Bridge só
com o carimbo sem papelzinho, enfim, aprendi a lição e sem papel não vou mais por Lewiston. O chato é que o Officer
Martinez ficou fazendo aquele monte de perguntas, até porque marido tem um nome
bastante comum e segundo o officer do aeroporto o perfil dele é acessado toda
hora pelas agências americanas – learning: dê um nome bem diferente para o seu filho! Quando ele começou a perguntar qual o nosso
status no Canadá, comentei que iríamos fazer o landing (até esse momento estava
praticando o “don’t ask, don’t tell”) e mostrei meu passaporte brasileiro com o
visto de imigrante, e ele fala “xi, acho que vou ter que mandar vocês de volta!”. Eu “Nooooo!
We want to go shopping!!!” Ele
pergunta pro colega do lado que fala que tudo bem ele deixar a gente entrar nos
States. O argumento dele era que se a
gente não fosse aceito pro landing seríamos mandados de volta pro último ponto
de entrada, os EUA, e eu falei “we are good for it” (imagine, a Nina e a Jojo estavam
em casa esperando a gente!).
Entrada nos
EUA carimbada, paguei os maledetos $6 pelo papel que eu nem devia ter precisado
em primeiro lugar, quando na saída percebo que estou com o recibo dos $6, o passaporte
antigo do marido, o novo do marido, e o meu portuga. Cadê o brasileiro??? Volto correndo “Officer Martinez, I think
you have my Brazilian passport!” – desse jeito realmente os canadenses iam me
mandar de volta! Ufa! Essa foi por pouco!
Fomos
correndo na CBI buscar a mesa que
compramos na Amazon, pois eles fechavam 15hs.
Nossa tradição inclui uma parada no restaurante Honey’s, super
americano, só tem comida trash deliciosa
e barata! De lá fomos pro outlet mall
fazer umas comprinhas básicas, estava precisando de calça e umas roupitchas pro
trabalho. Vapt-vupt no shopping, parada
rápida no Target, checamos o BorderBuddy de novo e decidimos voltar dessa vez
pela Rainbow Bridge. O bacana da Rainbow
é que dá pra ver as cataratas, adoooro!
Aviso o
oficial que íamos fazer o landing, ele me pergunta quanto tinha de compras e
nos manda pra sala de dentro. Uma mega
fila pra pagar o imposto – eu achando que iam me dar um desconto no imposto
pois estávamos fazendo o landing, que nada, a officer falou “primeiro paga o
imposto depois passa naquela cabine ali pra fazer o landing”, aff! Lá fomos nós, o oficial fala “xi, landing?
Não sei se vai dar tempo de eu fazer”.
Eu perguntei se era o final do turno dele e ele explicou que de hora em
hora os oficiais mudam de posto, então deu a papelada pra uma outra
officer. Mostrei meu holerith como prova
de fundos e ele mandou a gente sentar.
Uns 10 minutos depois, a officer pediu minha carteira de motorista com o
endereço. Mais 10 minutos, chamou a
gente, mandou assinar que nunca tínhamos cometido crime, sido deportados etc,
avisou que a partir de agora éramos landed immigrants, que tínhamos que ficar 3
de cada 5 anos no país e toda aquela informação que a gente já sabia. Durante todo o tempo ela nem olhou no olho
nem nada, não falou welcome do Canada ou nada parecido, ficamos até sem saber
se já tinha acabado o “processo”. O bom
é que ela explicou que se o PR card não tiver chegado, podemos sim ir pros EUA
e voltar só com os landing papers se formos de carro, se formos por um “commercial
carrier” tem que pedir o travel document pra voltar. Info importante essa.
Foi
isso. O Officer Martinez no EUA acabou
sendo muito mais simpático (e memorável) que a Officer X canadense (pois nem
descobri o nome dela), mas o importante foi ter saído de lá com o landing
feito!
Hoje já fui
no Service Canada mudar o meu SIN number (dica, levem o cartão velho, eu vou
ter que voltar lá pra devolver o antigo) e vou marcar um horário pra ir no
Service Ontario mudar nosso OHIP.
Mais uma
etapa vencida!!!
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Passaportes com vistos chegaram!
E são lindinhos!
867 dias depois dos primeiros formulários terem sidos enviados, muita dor de cabeça, dólares, envelopes e tracking da FedEx, eles chegaram!
Amanhã é dia de "drive around the flagpole" ou melhor, fazer um bate-e-volta até os States para o landing!
Uhu!!!!
867 dias depois dos primeiros formulários terem sidos enviados, muita dor de cabeça, dólares, envelopes e tracking da FedEx, eles chegaram!
Amanhã é dia de "drive around the flagpole" ou melhor, fazer um bate-e-volta até os States para o landing!
Uhu!!!!
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Só no Canadá IX: cachorro aqui não rói osso, rói chifre de veado!
Ou, no
inglês, deer antlers!
![]() |
| Essa é a Nina! |
Já havia
comentado aqui que temos mais um cachorro, a primeira 100% canadense da
família, a Nina! Jojó não está gostando
muito de dividir a nossa atenção com um puppy que não pára de atormentar, mas
em compensação está ganhando passeios extras, já que a Nina é mix de Labrador
com Collie e tem MUITA energia!
Nessa
história de energia, Ninuca está roendo tudo em casa: rodapé, escada, fonte de
computador, livro da biblioteca, sapato... caiu na rede, ela rói! Eu sempre comprei aqueles ossos de couro de
boi pra Jojo e um de tamanho médio durava meses – com a Nina, um gigante dura
mais ou menos 1 hora. Mesmo comprando
osso na Dollarama, estava indo à falência, com os móveis todos melados de osso
e mesmo assim com um cachorro com energia sobrando e ainda roendo tudo que
encontrava pela frente.
Semana
passada fiz uma pesquisa rápida na internet, com a intenção de encontrar algum
lugar que vendesse osso mais barato, quando me deparei com a dica de “antlers”
para cachorro. Tem de todos os bichos,
deer, elk, moose e a vantagem é que dura 6 meses (se durar 6 semanas acho que
já estou feliz!).
Fui na
PetValu achando que a moça ia me achar uma louca por perguntar sobre isso, que
nada, eles tinham um monte de opções. O
precinho é que não é camarada, $29.99 por dois pedacinhos de chifre! Comprei pra experimentar e tanto Nina quanto
Joy adoraram! Já achei uma pessoa que
vende por kilo pelo Ebay nos States, da próxima vez que for pra lá vou
encomendar e estocar!
Mais
canadense do que isso, impossível!
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Canadense eleito vereador em Santos
Essa não podia deixar de compartilhar!
Pois é, tem canadense fazendo o caminho inverso e morando na minha cidade-natal! Pelo menos ele parece ter escolhido ser vereador pelos motivos certos:
“Tenho o hábito de conversar com meus alunos em sala de aula e formamos uma grande amizade. Costumo dizer que lá no Canadá as coisas funcionam e eles sempre brincam dizendo que eu deveria ser político, prefeito ou presidente, para que aqui fosse igual ao Canadá"
Espero que ele consiga alguma mudança e que meus conterrâneos caiçaras tenham uma cidade melhor pra viver.
Link do G1
Professor canadense é eleito vereador em Santos (Foto: Anna Gabriela Ribeiro/G1)
Pois é, tem canadense fazendo o caminho inverso e morando na minha cidade-natal! Pelo menos ele parece ter escolhido ser vereador pelos motivos certos:
“Tenho o hábito de conversar com meus alunos em sala de aula e formamos uma grande amizade. Costumo dizer que lá no Canadá as coisas funcionam e eles sempre brincam dizendo que eu deveria ser político, prefeito ou presidente, para que aqui fosse igual ao Canadá"
Espero que ele consiga alguma mudança e que meus conterrâneos caiçaras tenham uma cidade melhor pra viver.
Link do G1
Ex-militar canadense consegue cadeira no legislativo de Santos
Anna Gabriela RibeiroDo G1 Santos
Professor canadense é eleito vereador em Santos (Foto: Anna Gabriela Ribeiro/G1)
Canadense naturalizado brasileiro, Kenny Pires Mendes, conhecido como professor Kenny, acaba de se eleger vereador na cidade de Santos, no litoral de São Paulo, pelo partido Democratas. Ele atribui a vitória e o incentivo para entrar na política à seus alunos. Professor universitário, o ex-militar afirma que a bandeira que irá erguer enquanto vereador será a da educação.
Kenny chegou ao Brasil com seis anos de idade devido a uma doença da mãe, que recebeu recomendação médica para ir viver em um país com temperaturas quentes. Após o falecimento dela, Kenny voltou ao Canadá com o pai e graduou-se em engenharia. De 1989 à 1994 foi militar das forças de paz, em serviço pelo país de nascimento. “Enquanto militar, viajei pela Bósnia, Haiti, Somália e Kuwait, em missões de patrulhamento de paz”, afirma.
Ainda no Canadá, casou-se com uma brasileira e voltou ao Brasil em 1994, onde vive até os dias de hoje. “Já me considero um brasileiro, é o país que eu amo, o motivo por eu ter entrado para a política é esse”, relata o futuro vereador. O objetivo foi concretizado na terceira tentativa de se eleger, após refletir sobre as deficiências d Brasil. “Já viajei pelo mundo, e o Brasil é o país mais receptivo. O país é fantástico, os recursos naturais são intermináveis. O que estraga infelizmente é a política. Meu sonho era morar aqui com a política de lá, e aos poucos quero fazer uma mudança”, diz o professor.
Entre os planos para os próximos quatro anos, Kenny afirma que vai priorizar a educação. “Minha bandeira é a educação. Sou professor há 16 anos, tenho um sonho ligado à educação. Santos está crescendo rapidamente, com bacia pré-sal, turismo e Copa do Mundo, muitas oportunidades surgirão, mas o maior problema é a falta de capacitação. Uma ideia que quero colocar em prática é transformar as escolas municipais em centros comunitários de capacitação em seu horário ocioso”, conta o vereador eleito.
Além da educação, professor Kenny também ressalta questões ambientais e culturais. O professor leciona Inglês e Francês em termos técnicos para os cursos de Engenharia, Biologia e Farmácia da Universidade Santa Cecília (UniSanta). Kenny também dá aulas voluntárias de idiomas, para jovens dos morros de Santos.
Kenny explica que resolveu entrar na política por causa dos alunos, que sempre o incentivaram. “Tenho o hábito de conversar com meus alunos em sala de aula e formamos uma grande amizade. Costumo dizer que lá no Canadá as coisas funcionam e eles sempre brincam dizendo que eu deveria ser político, prefeito ou presidente, para que aqui fosse igual ao Canadá. Isso foi nutrindo, junto com a minha insatisfação da política. Meus maiores incentivadores com certeza foram meus alunos. Cerca de 99% eles e 1% minha insatisfação”, afirma
.
Kenny chegou ao Brasil com seis anos de idade devido a uma doença da mãe, que recebeu recomendação médica para ir viver em um país com temperaturas quentes. Após o falecimento dela, Kenny voltou ao Canadá com o pai e graduou-se em engenharia. De 1989 à 1994 foi militar das forças de paz, em serviço pelo país de nascimento. “Enquanto militar, viajei pela Bósnia, Haiti, Somália e Kuwait, em missões de patrulhamento de paz”, afirma.
Ainda no Canadá, casou-se com uma brasileira e voltou ao Brasil em 1994, onde vive até os dias de hoje. “Já me considero um brasileiro, é o país que eu amo, o motivo por eu ter entrado para a política é esse”, relata o futuro vereador. O objetivo foi concretizado na terceira tentativa de se eleger, após refletir sobre as deficiências d Brasil. “Já viajei pelo mundo, e o Brasil é o país mais receptivo. O país é fantástico, os recursos naturais são intermináveis. O que estraga infelizmente é a política. Meu sonho era morar aqui com a política de lá, e aos poucos quero fazer uma mudança”, diz o professor.
Entre os planos para os próximos quatro anos, Kenny afirma que vai priorizar a educação. “Minha bandeira é a educação. Sou professor há 16 anos, tenho um sonho ligado à educação. Santos está crescendo rapidamente, com bacia pré-sal, turismo e Copa do Mundo, muitas oportunidades surgirão, mas o maior problema é a falta de capacitação. Uma ideia que quero colocar em prática é transformar as escolas municipais em centros comunitários de capacitação em seu horário ocioso”, conta o vereador eleito.
Além da educação, professor Kenny também ressalta questões ambientais e culturais. O professor leciona Inglês e Francês em termos técnicos para os cursos de Engenharia, Biologia e Farmácia da Universidade Santa Cecília (UniSanta). Kenny também dá aulas voluntárias de idiomas, para jovens dos morros de Santos.
Kenny explica que resolveu entrar na política por causa dos alunos, que sempre o incentivaram. “Tenho o hábito de conversar com meus alunos em sala de aula e formamos uma grande amizade. Costumo dizer que lá no Canadá as coisas funcionam e eles sempre brincam dizendo que eu deveria ser político, prefeito ou presidente, para que aqui fosse igual ao Canadá. Isso foi nutrindo, junto com a minha insatisfação da política. Meus maiores incentivadores com certeza foram meus alunos. Cerca de 99% eles e 1% minha insatisfação”, afirma
.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Passaportes chegaram no consulado
Com um dia de atraso, pois o consulado estava fechando ontem por conta do Thanksgiving!
Espero que o T. Reis entregue-os direitinho na mão do oficial que está cuidando do nosso processo e que eles voltem logo pra cá!
Espero que o T. Reis entregue-os direitinho na mão do oficial que está cuidando do nosso processo e que eles voltem logo pra cá!
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Chegou o pedido dos passaportes!!!
Que
envelope pardo que nada, o consulado só se comunica com a gente por email
(felizmente, pois estamos no ano 2012!).
Bom,
oficialmente ficamos só 3 dias “presos” no Canadá (ainda bem que não fiz aquele
visto extra!). 4a feira recebemos o
seguinte email:
Dear Sir / Madam,
This is to advise that
the processing of your application to immigrate to Canada has reached the stage
where you are required to pay the Right of Permanent Residence Fee [RPRF] and
send your passport (and your dependants’). This fee applies for the principal
applicant and accompanying spouse, common-law or conjugal partner. The purpose
of requesting the RPRF and passports at this moment is to try to expedite processing
of cases that have passed eligibility.
Saí
correndo na hora do almoço de ontem pra fazer um money order para o pagamento da taxa
mas, Murphy explica, o HSBC estava sem sistema!
Pedi pro moço chinês me ligar avisando que o money order estava pronto e
voltei lá correndo pra buscar – já tendo deixado os envelopes FedEx devidamente
completos, impressos e com o envelope da volta também preparado! Ainda bem que o HSBC é aqui perto (e que
cliente Premier não paga money order!).
Como veio por email, não veio o tal selinho que o pessoal cola no passaporte como já vi em outros blogs. Fiz meu selinho-tabajara com o nosso número do processo, just in case!
Mandei uma
gentil cartinha pedindo para me devolverem o passaporte ASAP, já que moro no
Canadá, que não posso ficar muito tempo sem, que tenho viagem a trabalho etc
etc, pra ver se eles não demoram muito pra me mandar de volta. Segundo a FedEx, o envelope chega lá 2ª, como
é feriado aqui, 3ª vou tentar ligar pra Maura pra fazer pressão.
Quero is
pros States buscar a mesa que eu comprei e fazer o landing – dois coelhos com
uma “caixa d’água” só!
Assinar:
Postagens (Atom)




