terça-feira, 18 de junho de 2013

Passando mais rápido pela imigração



Olá leitores,

Recentemente voltamos de férias "gringas" (leia-se Caribe, prometo um post a respeito!) e pela primeira vez usei os novos quiosques do Automated Border Clearance Program, que pode ser usado por cidadãos e residentes permanentes.

Quem viaja muito pelo aeroporto de Toronto sabe a loteria que é passar pela imigração na volta.  Como tem muito mais voo internacional chegando do que doméstico (já que todos os voos dos States são internacionais), se chega muito avião junto o negócio pega:


Ok que a fila normalmente é rápida, mas depois de horas de voo ninguém merece!  Eu sempre via com inveja o povo que tem Nexus (parceria dos EUA com o Canadá que as pessoas fazem a imigração na maquininha), mas como não sou elegível, me restava ficar na fila.  De uns tempos pra cá já tinham separado a fila cidadãos + residentes da fila dos visitantes que agilizou um pouco, mas as maquininhas são o máximo.

Primeira volta pelo Pearson com meu lindo PR card, pude estreá-lo na maquininha!  É bárbara, coloca-se o PR card ou passaporte na máquina, ele já vê quem você é.  Coloca-se a declaração de alfândega (aquela onde perguntam se vc trouxe algo acima da quota etc) e a máquina "cospe" a declaração escaneada.  Um oficial faz umas perguntas rápidas, no nosso caso "o que vocês trouxeram que custou $30 por pessoa" e, voilá, liberados.

Vejam que a máquina está em 6 línguas diferentes!
As máquinas estão disponíveis nos principais aeroportos canadenses!  Adoro morar no primeiro mundo!



Verás que um filho teu não foge à luta! Really?

Olá leitores,

Todo mundo acompanhando a manifestação dos 20 centavos que não é pelos 20 centavos.  De repente, estão aparecendo vídeos e fotos no Facebook contra a Copa do Mundo, que o Brasil tem outras prioridades etc etc etc.

A foto ao lado me chamou a atenção pois acho linda a letra do Hino Nacional e foi escrita pelo bisavô de uma amiga (cujo sobrenome, of course, é Duque Estrada).

Eu era adolescente na época do impeachment do Collor, as coisas melhoraram, mas não mudaram.  Parece que o Brasil dá 2 passos pra frente e 3 pra trás.  Vivi a primeira década do século XXI no Brasil cheia de promessas, ainda com a esperança de que tudo estava entrando nos eixos pós plano real etc para sermos brindados com 12 anos de presidência do PT além de todos os outros políticos de diversos partidos que só estão interessados no próprio bolso.

Vi o movimento "Cansei' em 2007, coisa de publicitário, muito legal, mas nada aconteceu.  Tive a infelicidade de ser demitida e demorar mais de um ano pra conseguir outro emprego - isso no país do futuro, no país que está crescendo...

Conheço MUITAS pessoas que já foram vítimas de sequestro relâmpago - é tão normal, que vão trabalhar no dia seguinte como se tivessem simplesmente tido um pneu furado na noite anterior.

Se eu acredito no Brasil?  Acho que a resposta é não, pois eu fugi à luta, admito.  Não no meu lifetime, não para a qualidade de vida que eu quero para mim e para meus futuros filhos.

Tenho saudade da família, dos amigos, da cultura, da comida.  Desde que vim pro Canadá só voltei ao Brasil 1 vez e, querendo ou não, os motivos que me fizeram deixá-lo continuam lá.  Eu, se pudesse, traria todo mundo que gosto pro Canadá.

Hoje teve mobilização aqui em Toronto, marido (que é argentino, diga-se de passagem) trabalha do lado e deu uma passada lá, conhecidos foram.  Quando me perguntaram se eu ia respondi "já fiz check out do Brasil há muito tempo".

Acho bárbaro as pessoas se mobilizarem para pedir mudança.  Se a mudança vai acontecer, quem viver, verá.  Será ótimo para o povo brasileiro, mas eu cansei de esperar.  Sou uma privilegiada por ter tido a oportunidade de sair do Brasil e construir uma nova vida num país mais justo.

A foto abaixo, tirada hoje por uma amiga na manifestação, faz um belo resumo:


Mas se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.



segunda-feira, 20 de maio de 2013

A pedidos: Mundial de patinação e aula com medalhista olímpico!

Olá leitores,

A pedidos (leia-se minha amiga Lapin-Mére), vou fazer um sumário do 1º Mundial dePatinação que assisti ao vivo, direto de London, Ontario!  Quem é leitor assíduo de blog ou por acaso notou a minha assinatura, vai notar que adoooro patinação!  O mundial desse ano foi em London e estava há 2 anos na expectativa!  


Pra aquecer, o campeonato canadense foi em Mississauga em janeiro e lá fui eu assistir!  Comprei os ingressos no 1º dia que estavam disponíveis e fiquei com lugar privilegiado, na 2ª fileira, na hora das finais.  Levei minha técnica de patinação comigo e mais uma amiga cujo sonho de criança era assistir um campeonato desses.  Assistimos de camarote o Patrick Chan ganhar pela 6ª vez o título canadense rumo ao mundial em casa!


Na semana do mundial, fui assistindo tudo pela televisão para chegar lá no clima.  Pra quem não sabe, as competições de Figure Skating tem 2 coreografias: os chamados short program e free program – ganha quem tiver a maior soma de nota dos dois programas.  O short vale 25% da nota e todos os elementos são obrigatórios.  O free program é, como diz o nome, livre, mas existem regras como número máximo de vezes que um patinador pode fazer um tipo específico de pulo, currupio, quantas voltas etc.  Eu tinha ingresso para todos os free programs e fui pra London na 6ª feira.

Entrada do Budweiser Centre, em London

Na 6ª assistimos duplas e masculino = 2 medalhas para o Canadá!  Em duplas, 3º lugar para Megan Duhamel e Eric Radford – adooooro - e no masculino, Patrick Chan ganhou o tricampeonato mundial em casa!  Vejam só, ele ficou em 2º lugar no free program (até caiu), mas na soma das notas, ficou em 1º.  Obviamente a casa foi abaixo!

 
Panorâmica do ginásio - notem a bandeira do Brasil à direita!
No sábado, dupla de dança e feminino.  Na dupla de dança, os campeões olímpicos Tessa Virtue e Scott Moir não só são canadenses como são de London!  Mais em casa, impossível!  A cidade estava um alvoroço só com isso, todas as famílias dos patinadores por lá etc – coitados, haja pressão!  Mal dava pra ouvir a música tanta a gritaria.  Não foi dessa vez, eles ficaram em 2º lugar para os rivais e amigos americanos Meryl Davis e Charlie White.  Dança é uma disciplina mais difícil para o público entender, pois a diferença está nos detalhes.  

Tessa e Scott fizeram a Carmem mais revolucionária de todos os tempos – quem acompanha patinação sabe que Carmem é a música mais usada (naquele sábado inclusive ouvimos no mínimo 3 vezes, inclusive a dupla que dançou logo depois deles!).  Eu sou suspeita, pois adorei!  Vídeo merece ser postado (esse com comentários da TV canadense):

                                                                                                               
                                                            Tessa Virtue & Scott Moir - Free Dance


No feminino, há alguns anos o Canadá não tinha uma patinadora competindo no top 10.  A surpresa desse ano foi a Kaetlyn Osmond, de 17 anos, que ganhou o canadense e foi super bem no short program e terminou em 4º lugar.  Todo mundo estava sonhando com uma medalha aqui também (nesse caso, o Canadá teria ganho uma medalha em cada disciplina), mas não foi dessa vez, ela terminou em oitavo lugar no geral.  Isso é uma excelente notícia, pois ano que vem o Canadá poderá mandar 2 patinadoras para o mundial e para as olimpíadas.

Vídeo MA-RA-VI-LHO-SO da International Skating Union com o resumo do campeonato - 4 minutinhos que me deixam arrepiada!



Não cheguei a ver a brasileira Isadora Williams patinar ao vivo.  Ela ficou em 25º lugar no short program e apenas as 24 primeiras se classificaram para o free – e com isso ela perdeu a qualificação automática pras olimpíadas também.  Uma pena.  Agora ela está correndo atrás da nota para conseguir se classificar.  Ela é super novinha, tem vários anos pela frente!



***

Para fechar com chave de ouro a temporada 2012-2013 de patinação, fiz um curso que o Skate Canada promoveu aqui perto para patinadores adultos.  Era um seminário com uma aula no gelo com a Tracy Wilson (que é comentarista de TV, medalha de bronze na olimpíada de 88 e coreógrafa de vários medalhistas) e uma aula “off ice” com a Sandra Bezic, coreógrafa.  Quando estou estacionando o carro, vejo do meu lado estacionando o Brian Orser que é, pra quem não sabe, um dos melhores patinadores da década de 80 e tem não apenas uma, mas duas medalhas olímpicas!  Ele ganhou prata de 84 e 88 na famosa “Battle of the Brians” e eu assisti zilhões de vídeos dele nos meus tempos de teenager.  Hoje ele é técnico de vários medalhistas, inclusive foi o técnico da atual campeã olímpica.  Enfim, eu achei que ele estivesse lá porque o marido dele faz aula de iniciante e talvez fosse também fazer o curso mas, surpresa surpresa, a Tracy Wilson teve um imprevisto e mandou o Brian de substituto!

Pára tudo!!!!!

Imagine se você é músico e vai fazer um jam session com o seu ídolo – sei lá, Bono, Paul McCartney, Rod Stewart, quem seja.  Pra mim, ter uma aula com o Brian Orser foi justamente isso!  No final ele ainda me ajudou, segurou na minha mão e me ensinou a fazer um passo!  #heartfailure!  Felizmente consegui manter o meu “cool” (teve gente lá que não conseguiu disfarçar a tietagem).  O lado ruim de manter o meu cool é que não pedi pra tirar uma foto com ele e contei só com a foto do grupo, que não saiu lá essas coisas.  Enfim, serve de lembrança.

Quem será que sou eu?


A temporada olímpica 2013-2014 começa com tudo – meu programa preferido, Battle of the Blades estará de volta em setembro!  Só aquecimento para Sochi, na Russia, onde será a olimpíada em fevereiro!

sábado, 27 de abril de 2013

Dicas para o imposto de renda canadense


Olá leitores,


Já dizia o sábio “In this world nothing can be said to be certain, except death and taxes”.  E a mordida do leão canadense é grande, então nessa época do ano em que estamos, a famosa “tax season” fica todo mundo atrás disso.

Em 1º lugar, esse post talvez seja um pouco em cima da hora para o IR desse ano, mas estou escrevendo com tudo “fresco” na memória, e na tax season do ano que vem vou postar novamente.


No 1º ano que tivemos que declarar o IR aqui, fiquei que nem doida atrás de informação e não achava nada na internet, blogs, sites especializados.  Eu acostumada a fazer meu IR rapidinho no software da receita, fui descobrir que naquele ano nenhum dos softwares que pesquisei aqui estava calculando direito os meses que moramos no país (eles não tinham um campo pra dizer a data em que a pessoa virou residente no país).  

Como chegamos em agosto e só comecei no meu emprego em 1º de janeiro de 2011, não tínhamos renda em 2010 pra declarar, mas como pagamos o mestrado do marido queria declarar para poder usar os refunds que o governo dá (sim minha gente, aqui você pode jogar algumas deduções de um ano para outro e só usar quando lhe convier).  O principal problema é que na época o marido não tinha SIN number pois não podia trabalhar (era apenas estudante) e pra eu fazer a minha declaração tinha que colocar o SIN number do marido!  Com muito custo, descobrimos que se um estudante não tem SIN number e mesmo assim quer declarar IR, precisa pedir um tal de ITN number (que é como o SIN, mas não vale pra trabalhar).  Claro, que isso é só por correio e demora 6 semanas pra ficar pronto e não ia dar mais tempo de mandar tudo antes do dia 30 de abril!  Fiquei até com palpitação de tanta ansiedade, com medo de não entregar tudo no prazo.  Acabamos parando num escritório da H&R Block, uma das empresas mais populares para fazer seu IR aqui – o contador que nos atendeu nos explicou que se você não tem imposto a pagar (que era o nosso caso), o deadline de 30 de abril para a entrega da declaração não procede – você só precisa declarar até 30/04 se tiver imposto a pagar, se tiver imposto a receber o governo não se importa se você atrasar. 

Ufa, com isso pra trás, conseguimos seguir a vida.  Acabamos fazendo o IR no 1º ano apenas no ano seguinte, um pouco antes da nova “tax season”.  Resolvi fazer a declaração sozinha afinal, não tínhamos renda.  Quase tive outro ataque de ansiedade – é simplesmente impossível um leigo fazer a declaração em papel!  É tanto campo, cálculo, termos que a gente não conhece... acabei colocando o rabinho entre as pernas e contratando um contador.  Ele até que fez um preço camarada (foi uns $100 para as duas declarações, já que não tinha praticamente nada a declarar!).  No ano seguinte, marido já tinha o SIN number.  Acabamos fazendo novamente com o contador pois queria garantir que o CRA soubesse que a declaração do ITN X agora era do SIN Y.  Aff!

Encontrar um contador também foi uma dureza.  Ninguém tinha ninguém pra indicar, tudo mundo só reclamava de seus próprios contadores.  Acabei caindo em um brasileiro indicado por um grupo no Facebook.  O cara resolveu o problema mas errou as duas vezes – ele me deu um papel dizendo que tinha direito a X de restituição e em ambos os anos o governo falou “olha, sua restituição é X – Y.  Desisti de pagar pro cara errar – e eu sou daquelas que tenho que confiar muito no trabalho de alguém pra deixar que essa pessoa faça algo por mim.

3ª tax season, hora de eu finalmente fazer minha própria declaração!  Pesquisei os vários softwares disponíveis (pra quem ainda não “sacou”, a receita canadense não tem seu próprio software, você precisa comprar um software de terceiros pra fazer sua declaração...) e acabei escolhendo o TurboTax.  


Na verdade, não comprei o software, fiz tudo online – a vantagem de fazer online é que você faz tudo, calcula a restituição e só no final, na hora de enviar os dados, é que paga.  Eu como sou desconfiada, depois que terminei tudo no TurboTax mas antes de pagar, fiz também a declaração pelo UFile.  Descobri que o sistema do UFile é o mesmo na H&R Block online, mas não gostei da navegação – achei que ele não me fez tantas “perguntas” e corria um risco muito maior de errar ou deixar de declarar alguma coisa (fora que ele calculou meu refund uns 3 dólares a menos!).  Existe um software grátis, chamado StudioTax.  Lá fui eu baixar e tentar usar – pior ainda!  Pra quem não entende de taxes canadenses, o negócio é um quebra-cabeças!  Veredito: continuarei fazendo pelo TurboTax nos próximos anos.  Antes de pagar joguei no Google “TurboTax coupon” e ainda consegui 15% de desconto.  Ficou $31 para as duas declarações (uma barganha comparado ao contador).

Exemplo de tela to TurboTax - seu refund vai aparecendo enquanto você vai preenchendo os dados!

Agora claro que nem tudo são flores!  No seu 1º ano, você não pode enviar a declaração pela internet (chamado Netfile – equivalente ao ReceitaNet do Brasil), tem que mandar pelo correio.  Você pode fazer pelo software e imprimir.  Como já estamos no 3º ano, achei que estivesse tudo ok.  Bom, a minha declaração foi bonitinha, a do marido “empacou” – o programa diz que é o 1º ano dele!  Aff!  Talvez seja porque mudamos de SIN number, sei lá.  Mas, como já sei que o deadline de 30 de abril não vale pra gente, estou sossegada!  Ele vai tentar ligar no CRA pra ver se resolve, mas qualquer coisa também é só imprimir e mandar pelo correio.

Ah, uma coisa que descobri é que no site do Canada Revenue Agency tem um “my account”. É bem bacana ter a senha (tem que pedir pelo correio e demora alguns dias pra chegar), pois na hora de você fazer sua declaração o governo começa a pedir informação das declarações do ano anterior e entrando nesse site está tudo lá, mesmo que você tenha perdido o papel (meu caso, sei que está aqui em casa em algum lugar, mas vai saber em que pasta foi parar!).

Parece que agora o TurboTax está fazendo declaração pró-rata no caso de quem virou residente no meio do ano.  Se for sua primeira declaração, confira direitinho e tente fazer pela internet, já que pra preparar tudo é grátis.  Se não der certo, bata em uma H&R Block da vida e morra com mais uma “taxinha”!

domingo, 7 de abril de 2013

Enquanto isso, no Brasil... O PEC das Domésticas

Imagino que mesmo os que já estão em terras do norte estão sabendo da "PEC das Domésticas" que está entrando em vigor no Brasil - basicamente dá aos empregados domésticos (incluindo motoristas, jardineiros além das "empregadas" em si) todos os direitos dos outros trabalhadores como jornada de oito horas, horas extras, FGTS etc.

Não estou aqui para discutir a quantidade de encargos trabalhistas no Brasil, mas fiquei felizmente surpresa com essas mudanças, pois aos poucos vai acabando com os resquícios da escravidão e, se o Brasil quer ser um país de primeiro mundo, esse é um dos passos.  O que me chocou foram algumas das reações de conhecidos que vi no Facebook, ainda com a mentalidade casa grande x senzala - já tratei de "ocultar" tais pessoas do meu feed de notícias.

Interessante essa capa da Veja, com o marido com "cara de coitado" por estar lavando um reles prato e a chamada "um sinal de quem em breve as tarefas domésticas serão divididas entre toda a família",como se isso fosse o fim!  Pelo menos confirmam que isso é um "marco civilizatório" para o Brasil.

Pois bem, estava pensando nisso ontem de manhã enquanto eu fazia minha própria unha (acompanhada de uma tacinha de champanhe) ao som da lavadora lavando a roupa, da secadora secando, da lava-louça cuidando dos pratos e do "James" limpando o chão!  Confesso que era uma delícia chegar em casa com tudo arrumado, brilhando, cheirosinho etc - eu até poderia ter isso aqui no Canadá, mas não posso pagar.  Como a maioria dos canadenses não pode (ou não quer) ter uma "secretária do lar", nos resta recorrer às maravilhas modernas para ajudar nas odiadas tarefas domésticas - e recrutar os maridos e filhos para entrar na onda também.

O "James" é o nosso robô-mordomo.  Queria um há muito tempo e pesquisei bastante.  Primeiro olhei o Roomba, mas o Roomba é aspirador.  Olhei o Scooba, o Roomba que "passa pano".  Nessas pesquisas, encontrei o Mint - que passa pano seco (sweeps) e úmido (mops)!  Era tudo que eu queria!

Minha santa mãe me deu o James de Natal e têm sido meu fiel escudeiro desde sempre!  Confesso que nunca meu piso esteve tão limpo!

A Joy e a Nina ainda não entenderam muito bem o que faz o James:


quarta-feira, 3 de abril de 2013

Novas ferramentas aqui no blog! Favor dar like!

Pessoal,

Estou sempre reclamando que não recebo muitos comentários aqui no blog.  Tenho meus fiéis seguidores/comentaristas, mas vejo pelos stats que muita gente lê os posts, as pessoas voltam pra ler as dicas depois mas eu não fico sabendo...  Esses dias fiquei sabendo de gente que foi no lixão de TO por conta do meu post, mas não comentaram!

Para facilitar o massageamento do meu ego, incluí um botãozinho de like do Facebook aqui no blog.  Sei que muita gente lê os blogs "anonimamente", mas quem não se importar e gostar do post, favor dar like!



Coloquei também a ferramentazinha "follow by email", para receberem updates de quando eu fizer um post novo.  Eu mesma sou culpada de seguir muitos blogs e acabar me perdendo na hora de ler todas as atualizações!

O que motiva a continuar escrevendo o blog são os feedbacks que eu recebo - ou seja, quanto mais comentários e likes, mais posts!

terça-feira, 2 de abril de 2013

Canadian Problems – ataque dos papais gansos!


É o famoso “cada um com os seus problemas”.  Ontem chegou aqui na “firma” o seguinte email:



Ontem bem que eu vi os gansos em volta dos carros!  Espero que não resolvam bicar o meu!